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Conheça 7 atitudes de quem não tem inteligência emocional!

Competência cada vez mais valorizada em qualquer situação, a inteligência emocional pode ser definida como a capacidade de um indivíduo reconhecer e administrar as próprias emoções. Isso implica em saber lidar com elas de maneira sensata e, principalmente, realizando escolhas conscientes.

Geralmente, pessoas com essa inteligência bem desenvolvida são consideradas autoconfiantes, perseverantes e motivadas, com total controle sobre si mesmas. No entanto, administrar as próprias emoções não é tão simples assim, é?

Para isso, é preciso desenvolver fatores como empatia, autocrítica, meditação e reflexão. Afinal, todos eles afetam a maneira como as pessoas se comportam, tomam suas decisões e interagem socialmente.

Então, quer saber mais sobre esse conceito da inteligência emocional? Basta continuar com a leitura!

Principais características de quem tem baixa inteligência emocional

De acordo com o escritor e psicólogo americano Daniel Goleman, essa habilidade é constituída por quatro aspectos principais:

Isso significa que quem tem grande inteligência emocional consegue pensar, sentir e agir da melhor forma possível em todas as situações. Sem deixar que as emoções controlem sua vida ou se acumulem de modo a criar e reproduzir traumas.

Outro benefício que essa habilidade apresenta é a possibilidade de construir relações saudáveis em todos os grupos sociais, seja na vida pessoal, seja na profissional. Além disso, pessoas emocionalmente inteligentes tendem a ser mais bem-sucedidas, pois avaliam constantemente as suas próprias atitudes, comportamentos e pensamentos.

Por outro lado, quem não tem essa inteligência costuma apresentar reações negativas em algumas circunstâncias. Confira, a seguir, algumas atitudes típicas de quem não apresenta essa importante capacidade:

1. Não reconhece as próprias fraquezas

Um dos principais hábitos das pessoas mais vulneráveis emocionalmente é exibir um alto nível de autoconfiança. O problema é que, na maioria das vezes, essa segurança não é proporcional à competência do vaidoso.

Quem age como vencedor o tempo todo tem uma percepção frágil de si mesmo e de sua relação com o ambiente, pois desconhece a impressão que causa nas outras pessoas.

Além disso, não sabe identificar a hora de falar e a de ficar quieto. Isso acontece porque, apesar de sua evidente firmeza, falta autoconhecimento para o indivíduo reconhecer suas fraquezas. E, não adianta: por mais competente que uma pessoa seja, também apresentará momentos de instabilidade.

2. Não enxerga a outra pessoa

Pessoas pouco inteligentes do ponto de vista emocional costumam apresentar dificuldades para enxergar o outro. Seja por seu egocentrismo, seja por falta de sensibilidade, elas não apresentam empatia para manter relacionamentos estáveis nas mais variadas áreas de suas vidas — principalmente no ambiente profissional.

Quem permanece muito tempo concentrado em si mesmo perde a oportunidade de aprender com as outras pessoas. Por isso, desenvolver a inteligência emocional é uma maneira eficiente de nos conectarmos com o outro e reconhecermos que eles podem contribuir (e muito) para o nosso crescimento.

3. Apresenta comportamento inconstante

Ter controle sobre as próprias emoções é uma habilidade essencial no local de trabalho — especialmente devido ao atual cenário, cada vez mais estressante e dinâmico.

O profissional equilibrado emocionalmente é capaz de inspirar confiança e trazer paz ao ambiente corporativo, pois consegue manter a calma mesmo diante de situações adversas. Ou seja, é alguém que os colegas gostam de ter por perto.

Já o colaborador que apresenta mudanças de humor constantes acaba influenciando de maneira negativa as pessoas ao seu redor, pois o seu comportamento desestabiliza toda a equipe. E esse é outro hábito comum de quem não tem desenvolvida a sua inteligência emocional.

4. Culpa os outros por suas dificuldades

Outra atitude típica de quem não é emocionalmente inteligente é transferir aos outros a responsabilidade de algo que não dá certo. Afinal, em sua concepção, um erro é algo terrível demais para ser exposto.

Em vez de analisar a situação, identificar a falha e aprender com o erro, o indivíduo prefere escolher alguém para levar a culpa. Assim, não precisa expor suas fraquezas ou assumir o próprio fracasso.

Por outro lado, para quem tem um desenvolvimento emocional maior, deslizes são encarados de maneira natural — algo que, se bem compreendido, pode se transformar em um importante estímulo para um crescimento ainda mais evidente.

5. Queixa-se do próprio trabalho

É inegável que a maioria das pessoas passa boa parte de suas vidas no trabalho. E, embora esse não seja o único aspecto de suas existências, é um dos que mais demandam tempo, esforço e dedicação. Por isso, encará-lo como um fardo é uma conduta extremamente prejudicial.

Qualquer atividade, por mais complexa ou humilde que seja, traz resultados a quem a exerce. No entanto, se chegarmos à conclusão de que nosso trabalho atual é insuportável, devemos deixá-lo o mais breve possível. Caso contrário, podemos até desenvolver algum problema de saúde.

6. Não sabe o que quer da vida

Uma característica de quem tem pouca inteligência emocional é não saber o que quer. No geral, esses indivíduos não sabem tomar decisões e costumam ser reféns da opinião alheia — não apresentam iniciativa própria, apenas seguem a direção da maioria.

A falta de conhecimento inerente a esses casos impossibilita que essas pessoas desenvolvam metas, objetivos e uma visão de futuro. Assim, ficam a mercê das circunstâncias e das eventualidades da vida.

7. Leva tudo para o lado pessoal

Todos nós temos o direito de nos sentirmos ofendidos quando alguém diz algo que não nos agrada. No entanto, ver ofensa em tudo é algo negativo, que pode gerar diversos conflitos desnecessários. Sem falar que, muitas vezes, a pessoa nem teve a intenção de nos ofender, não é?

Levar tudo para o lado pessoal provoca sentimentos de culpa, insegurança, raiva e ansiedade — ou seja, só produz reações prejudiciais. Por essa razão, quem é inteligente emocionalmente sabe que grande parte das ações ríspidas das outras pessoas não é proposital. Pelo menos, não de maneira direta.

A importância da inteligência emocional

Já deve ter ficado claro, mas a inteligência emocional é fundamental para nossas vidas. Ela nos confere a importante capacidade de interpretarmos os sinais das pessoas ao nosso redor, sendo um componente essencial para a formação da nossa personalidade.

Quanto mais aprimorada for essa habilidade, maior será nossa capacidade de enfrentarmos os desafios, sejam eles pessoais, sejam profissionais. Se o seu equilíbrio emocional não é muito expressivo, saiba que ele pode ser desenvolvido — afinal, sempre é tempo de se conhecer, rever pensamentos e evoluir!

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